Tema
O que é o DeepVisuals
O DeepVisuals transforma folhas de cálculo em dashboards navegáveis. Importa-se um ficheiro Excel, desenha-se o ecrã que se quer ver, e o resultado fica disponível para a equipa — ou para quem receber um link público.
Não é uma folha de cálculo com gráficos por cima, nem uma ferramenta de programação. É um editor visual assente numa base de dados própria: os dados entram uma vez, ficam consultáveis, e cada dashboard é uma vista sobre eles.
Para quem é
Foi feito para quem tem os dados e a pergunta, mas não tem uma equipa de programação entre uma coisa e a outra:
- Quem recebe ficheiros e tem de os explicar. Mapas de vendas, listas de projectos, extractos, inventários. O trabalho habitual é reconstruir os mesmos gráficos todos os meses; aqui reconstrói-se uma vez e volta-se a importar o ficheiro.
- Quem precisa de mostrar números a terceiros. Um dashboard publicado tem um endereço próprio e não exige conta a quem o consulta.
- Quem quer ir mais fundo. Há um construtor de consultas com junções e medidas calculadas, um editor de código para os eventos dos widgets, e uma API GraphQL para quem quiser ligar outra coisa por cima.
O que se consegue fazer
| Importar | Ficheiros Excel com várias folhas. Cada folha vira uma tabela consultável, com os tipos de cada coluna confirmados por si. |
| Consultar | Um construtor visual liga tabelas, escolhe dimensões e medidas, e trata do agrupamento. Quem quiser escreve SQL. |
| Desenhar | Cerca de duas dezenas de widgets numa grelha de 48 colunas, com posições próprias para web, tablet e telemóvel. |
| Interagir | Barra de filtros no topo do ecrã, cruzamento entre widgets do mesmo ecrã, e ecrãs de detalhe que abrem em modal ou painel lateral. |
| Partilhar | Link público com ou sem barra superior, exportação e importação de dashboards inteiros, histórico de versões. |
| Administrar | Utilizadores, papeis com permissões, categorias de dashboards, e um servidor MCP para assistentes de IA. |
O que o torna diferente
Os dados vivem num sítio só. Não há ligações a bases de dados externas para configurar, nem credenciais para guardar. Tudo o que importa fica na base de dados da sua conta, e e de lá que todas as consultas leem. Isto tem uma consequência prática: nada se parte porque um servidor de terceiros mudou de password.
Ver não exige poder editar. Quando um dashboard carrega, o navegador não recebe nenhuma definição de consulta — nem nomes de tabelas, nem SQL. Pede os dados por referência (que dashboard, que widget, que conjunto de dados) e o servidor lê a definição autoritativa do lado dele. É por isso que um dashboard público funciona sem sessão sem dar acesso a nada além daquele ecrã.
Um dashboard são vários ecrãs. O ecrã principal é o que se vê ao abrir. A seu lado podem existir ecrãs auxiliares — modais e painéis de detalhe — desenhados no mesmo editor e com os mesmos widgets. Clicar numa linha de uma tabela abre um deles, com a linha clicada a entrar como parâmetro.
Os cálculos ficam na consulta, não no ficheiro. Uma folha com fórmulas envelhece mal: ninguém sabe se um número foi recalculado depois da última importação, e dois dashboards a somar a mesma coisa acabam com totais diferentes. Aqui importam-se dados base e a margem, o rácio ou a variação calculam-se na consulta — uma só verdade.
Um exemplo do inicio ao fim
Toda a documentação usa a mesma empresa ficticia: a Nortada, Lda., uma distribuidora de cafe e produtos para hotelaria com catorze lojas em Portugal. Os ficheiros de exemplo estão disponíveis para descarregar, e os screenshots são todos tirados da mesma conta — o que vê nas imagens é o que obtém se repetir os passos.

Este dashboard tem quatro indicadores, três gráficos é uma tabela. Todos leem da mesma importação de Excel, todos respondem a barra de filtros no topo, e a tabela de produtos abre um ecrã de detalhe quando se clica numa linha. O guia Primeiros passos constroi-o de raiz.
Por onde começar
- Se quer perceber o vocabulario antes de mexer: Conceitos essenciais.
- Se prefere aprender a fazer: Primeiros passos.
- Se já está dentro da aplicação e quer saber onde fica cada coisa: Mapa da aplicação.