Tema
Histórico de versões
Cada alteração a um ecrã fica registada, com autor, data e uma descrição do que mudou. Nada se perde, e é possível voltar atrás.

Onde está
No editor visual, o ícone do relógio abre o painel de histórico. Mostra as alterações a este dashboard, da mais recente para a mais antiga.
O que fica registado
Cada entrada tem:
- a descrição do que aconteceu — "Criou o dashboard", "Substituiu o ecrã", "Acrescentou o widget";
- a data e hora;
- o autor;
- a indicação de que veio de um assistente, quando foi feita por MCP.
O registo cobre os ecrãs: o principal e os auxiliares. Alterações aos dados importados não entram aqui — para isso há o registo das fontes no separador de dados.
Repor uma versão
Cada entrada tem Repor esta versão. Ao repor:
- os ecrãs voltam ao estado desse momento;
- a reposição é gravada como uma alteração nova, não como um apagar do que veio depois.
Repor nunca apaga o histórico
O histórico é linear e cresce sempre. Repor uma versão antiga cria uma entrada nova; se se enganar, repõe a anterior. Não há forma de perder trabalho por carregar no botão errado.
Antes de escrever, cada ecrã reposto é validado. Uma versão corrompida seria recusada em vez de gravada.
O que a reposição não toca
A reposição só mexe nos ecrãs. Não repõe:
- os dados das tabelas;
- os anexos;
- o nome, a descrição ou a categoria do dashboard;
- o link público.
Repor um ecrã depois de uma importação nova mantém os dados novos — que é normalmente o que se quer.
Quando é útil
Depois de uma reorganização que não resultou. Em vez de desfazer trinta vezes, repõe-se o estado da manhã.
Quando alguém pergunta "quem mudou isto?". O autor e a data estão lá.
Depois de um assistente ter mexido. Alterações feitas por MCP ficam marcadas, e reverter é igual.
Limites
O painel mostra as alterações mais recentes — até algumas dezenas. Para um dashboard com muito trabalho acumulado, as entradas mais antigas deixam de estar visíveis, mas continuam registadas.